“Quase tive um infarto”O Alan tinha acabado de reformar 400 m² de escritório quando viu um post do Officeless dizendo que o híbrido tradicional não funciona. Você acabou de investir no espaço e alguém afirma, em público, que o modelo que você escolheu está errado. Ele comprou o curso pra provar que a gente estava errado. Terminou. E o depoimento que ele deixou foi este: “Quase tive um infarto ao ver uma publicação do Officeless dizendo que o trabalho híbrido não funcionava, logo quando tinha reformado 400m² de escritório. Fiquei indignado, comprei e concluí o treinamento e agora eu sei o jeito certo de operar no híbrido.” Alan Armstrong, CEO da Bettega Digital |
Repara no fim do depoimento. Ele não diz que fechou o escritório. Diz que agora sabe operar no híbrido. O que mudou foi o jeito de a empresa funcionar dentro do escritório. Quando a decisão fica no corredorTem um tipo de híbrido que dá problema: parte do time no escritório, parte em casa e a operação inteira apoiada na conversa de corredor. Funciona assim. Segunda de manhã, três pessoas resolvem no café mudar o prazo de entrega de um cliente. Ninguém escreve, porque todo mundo que importa está ali. Na quinta, a pessoa do atendimento, que trabalha de casa, confirma ao cliente o prazo antigo. O híbrido sem operação escrita divide o time em dois. De um lado, quem estava no corredor quando a decisão saiu. Do outro, quem ficou sabendo depois, quando ficou. E quem paga não é só quem ficou em casa. O gestor vira o único lugar onde a informação existe inteira e passa o dia repetindo a mesma explicação pra quem não estava. As pessoas novas aprendem com quem senta ao lado, e cada uma aprende uma versão diferente. O escritório não resolve isso, e também não atrapalha. O que resolve é a operação digital-first: a empresa funciona como se ninguém estivesse no escritório, mesmo tendo um. A decisão do café ou da reunião vira três linhas no canal do projeto, no mesmo dia. O jeito de fazer o que se repete está escrito antes de a pessoa nova precisar perguntar. E o combinado vale igual pra quem está na mesa ao lado e pra quem está em outra cidade. Com isso resolvido, o escritório volta a ser o que ele tem de melhor: um bom lugar pra encontrar o time, e não o único onde a empresa funciona. |