⚡️ QUOTE DA SEMANA

“Você pode ter uma cultura de trabalho remoto ou uma cultura de funcionários remotos. Não é a mesma coisa.”

Darren Murph, ex-Head of Remote da GitLab
📋 NESTA EDIÇÃO
  • 🧵 THREAD DA SEMANA: Câmera desligada é sintoma. A doença é outra.
    O que está por trás da câmera desligada, o lado da empresa e o lado da pessoa, e como resolver de verdade.

  • ⚙️ OFFICELESS OS: A ferramenta que a gente não para de recomendar.
    Por que o Fibery muda como a operação funciona e o que a gente construiu nele.

  • 🎬 BACKSTAGE: 160 mesas para 1.500 pessoas. Por que a OLX fez isso?
    Como o Grupo OLX construiu um modelo remote-first de verdade, do zero.

  • 🤓 POCKET: 3 recursos que valem seu tempo esta semana.

🧵 THREAD DA SEMANA

Câmera desligada é sintoma. A doença é outra.

Você está conversando com um colega de trabalho. Presencialmente. Só que ele segura um cartaz na frente do rosto. No cartaz, só tem o nome dele.

Você ouve a voz. Sabe que tem alguém ali. Mas não vê os olhos, as expressões, os sinais que fazem uma conversa ser uma conversa de verdade.

Agoniante, né?

Agora troca o cartaz por uma caixinha preta com iniciais do nome. Troca o corredor por uma tela de Zoom. E percebe que essa cena acontece todos os dias, em milhares de reuniões, em milhares de empresas.

A câmera desligada virou norma. E quase ninguém questiona.

O sintoma, não a doença

O instinto de muita liderança é criar uma regra: câmera ligada, obrigatório. Próximo problema.

Mas câmera desligada raramente é o problema em si. Na maioria das vezes, é um sintoma.

Quando muitas pessoas param de ligar a câmera ao mesmo tempo, geralmente algo já quebrou antes. Reuniões demais, sem pauta, sem propósito, sem hora para acabar. O dia inteiro em calls que poderiam ser uma mensagem. A sensação de que ligar a câmera é performar presença, não colaborar.

A "fadiga de videoconferência" que ficou popular na pandemia não era fadiga de vídeo. Era fadiga de reuniões sem estrutura. Organizações despreparadas tentando resolver tudo com calls. O tempo todo. Sobre qualquer coisa.

E o resultado foi previsível: muitas pessoas desistiram de se fazer presentes. Em vez de questionar o porquê, as empresas normalizaram a câmera desligada.

O iceberg por baixo

Se você olhar com mais cuidado, a câmera desligada pode ser efeito colateral de coisas maiores.

Comunicação assíncrona inexistente. Tudo se resolve "na call." Infraestrutura digital sem estrutura. Ninguém sabe onde encontrar o que precisa, então marca reunião para perguntar.

Liderança despreparada para facilitar. A reunião começa sem pauta, sem objetivo claro, sem timebox. Alguém pede mais 30 minutos. Depois mais 10. O que deveria ter sido uma mensagem vira duas horas que ninguém vai recuperar. Deixa isso se repetir toda semana e as pessoas param de aparecer de verdade.

Microgerenciamento disfarçado de alinhamento. Lideranças que precisam "ver" para confiar que o trabalho está acontecendo.

Cada uma dessas causas produz o mesmo efeito: gente cansada, desengajada, com a câmera desligada.

Obrigar a ligar a câmera sem resolver o que está por baixo é como tratar febre com gelo. O termômetro melhora. O paciente continua doente.

Mas a empresa não é a única responsável

Dito isso, nem toda câmera desligada é causada pela organização.

Existe uma responsabilidade individual que não pode ser ignorada.

Estar presente numa reunião é um ato de respeito com quem está do outro lado. Se a call tem propósito, pauta e as condições certas, desligar a câmera é escolher não se conectar. E isso diz algo sobre a pessoa, não sobre a empresa.

Empresas que têm maturidade em trabalho remoto buscam esse sinal na contratação. A forma como alguém se comporta numa entrevista por vídeo, o quanto se faz presente, a naturalidade de estar com a câmera ligada, já revela se aquela pessoa tem perfil para uma cultura distribuída.

Trabalho remoto exige mais intencionalidade, não menos. E quem não tem disposição para se fazer presente à distância provavelmente não vai se adaptar ao modelo.

Por isso, câmera ligada não é só uma boa prática de reunião. É um filtro cultural. Faz parte do que define se alguém pertence àquele ambiente.

Firmeza, não rigidez

É aqui que muitas empresas erram. Ou não dizem nada e a câmera desligada vira o padrão silencioso. Ou criam uma regra dura e geram resistência.

O caminho é outro. Definir câmera ligada como expectativa clara, documentada, comunicada no onboarding e reforçada pela liderança no exemplo. Não como vigilância. Como cultura.

Se está numa reunião, está presente de verdade. Na prática, há pouco espaço para meio-termo. Câmera ligada não é sobre aparência. É sobre estar ali. Cinquenta pessoas numa call significa cinquenta câmeras ligadas. Isso é sinal de presença, atenção e respeito com quem está falando.

E as desculpas? Toda liderança já ouviu todas.

"Meu fundo está bagunçado." Toda ferramenta de videoconferência tem opção de desfocar o fundo ou usar fundo virtual. Resolvido em dois cliques.

"Minha internet está lenta." Usa a internet do celular. Se não resolver, entra com vídeo pelo celular e acompanha o conteúdo no computador. Sempre tem um caminho.

"Estou num lugar barulhento." Headset com cancelamento de ruído. Se trabalho remoto é o seu modelo, investir num setup básico é parte do compromisso.

"Acabou a energia, não vou conseguir participar." Vai para um coworking ou um café. Profissional remoto precisa ter plano B. Quem depende de uma única tomada para trabalhar não está preparado para o modelo.

E se nenhuma dessas alternativas funcionar? Entra pela ligação telefônica. Participa por áudio. Avisa o time, explica a situação. Isso é responsabilidade. O que não dá é simplesmente sumir.

Para cada desculpa, existe uma solução prática. O que não existe é justificativa para se esconder atrás de uma tela preta enquanto todo mundo está ali, de cara aberta, colaborando.

Quando a cultura está clara, isso não vira discussão. Quem entende o porquê não precisa de cobrança. E quem precisa de cobrança constante talvez não seja a pessoa certa para o modelo.

Existem exceções, claro. Mas exceção é rara, comunicada e resolvida. Desculpa é recorrente e silenciosa.

Dois lados da mesma moeda

A maioria das empresas pergunta: "como faço meu time ligar a câmera?"

A pergunta certa tem dois lados.

Primeiro: "as condições que estamos criando fazem as pessoas quererem se fazer presentes?"

Reuniões com propósito, comunicação estruturada, confiança no modelo. Se isso não existe, a câmera desligada é só o alarme disparando. E desligar o alarme não apaga o incêndio.

Segundo: "estamos sendo claros sobre o que esperamos de quem trabalha aqui?"

Câmera ligada como parte da cultura, não como imposição. Firmeza na expectativa, flexibilidade no dia a dia. E coerência da liderança, que não pode cobrar o que não pratica.

Quando a empresa resolve a base e a pessoa entende o compromisso, câmera ligada deixa de ser pauta. Vira o natural.

O pequeno detalhe da câmera revela muito sobre a saúde da sua operação e sobre a maturidade das pessoas que fazem parte dela. Prestar atenção nesse sinal, e no que ele diz sobre o resto da sua estrutura, é essencial.

⚙️ OFFICELESS OS

A ferramenta que a gente não para de recomendar

Para descontrair um pouco 😄

A gente é assim com o Fibery. Não consegue ficar quieto. Porque quando você descobre uma ferramenta que é ao mesmo tempo poderosa, flexível e bonita de usar, você vira o chato que fica falando dela pra todo mundo.

Internamente a gente fala que é um Notion com os poderes de Airtable e ClickUp. Se você já sentiu as limitações de uma dessas três, vai entender por que não paramos de recomendar.

Um sistema. Não seis.

A maioria das ferramentas faz uma coisa bem. Então você acaba com seis delas, nenhuma conversando com a outra.

CRM aqui. Gestão de projetos ali. Documentação em outro lugar. Processos em mais um. Relatórios num quinto sistema. E alguém gastando horas semanais copiando dados entre todos eles.

Esse é o custo invisível do empilhamento de ferramentas. Não é só o valor das assinaturas. É o atrito operacional que cresce junto com a empresa.

O Fibery resolve isso de forma diferente. Foi construído em torno de entidades relacionadas. Não é um banco de dados acoplado a um documentador. É um banco de dados real, com relações reais, com documentos que vivem dentro das entidades.

CRM, entrega, documentação, RH, financeiro. Um workspace onde uma coisa sabe sobre a outra.

Quando um negócio fecha, um projeto começa. Quando um projeto é entregue, o relatório muda automaticamente. Sem copiar dados no meio do caminho. A diferença parece pequena. O impacto é enorme.

Por que a gente saiu do Notion

A gente foi early adopter do Notion. Começamos a usar em 2017. Então essa conversa vem de um lugar de experiência, não de achismo.

Durante muito tempo, o Notion foi a resposta padrão para "onde a empresa vive". Serve muito bem para documentação, wikis e páginas de conhecimento.

Mas quando a operação começou a crescer, o atrito ficou claro. Relacionar um cliente com um projeto. Ligar um processo a uma métrica. Cruzar dados entre contextos. Tudo emperrava.

Você acaba duplicando informação. Criando gambiarras de vinculação que quebram quando alguém renomeia uma página. Ou simplesmente desistindo de conectar o que deveria estar conectado.

A diferença fundamental: o Notion força seu processo a caber na estrutura dele. O Fibery faz o contrário. Você desenha quais entidades existem, como se relacionam, quais campos carregam. A ferramenta se molda à sua operação, não o contrário.

Nota: A comparação profunda entre Fibery, Notion e ClickUp é longa demais para caber aqui. Vamos trazer conversas específicas sobre cada uma nos próximos textos.

O que a gente construiu lá

CRM conectado com tudo

O nosso CRM no Fibery não é uma tabela de contatos. É tudo o que a gente sabe sobre aquela pessoa, conectado.

Cada lead chega com dados estruturados: origem, campanha, conteúdo, meio. Essa informação fica vinculada ao registro do cliente desde o primeiro clique. Quando o lead vira oportunidade, passa pelas etapas do funil sem perder histórico. Do primeiro contato ao fechamento, tudo em um lugar só.

E aí vem a integração com Claude. Você abre qualquer registro e interage com ele diretamente. Pergunta o histórico de um cliente. Pede sugestões para o próximo passo. Gera rascunho de follow-up considerando tudo que foi conversado.

Isso não é magia. É contexto disponível, estruturado, acessível no momento em que você mais precisa.

Processos que se sustentam sozinhos

No Fibery, cada processo é uma entidade viva. Tem um dono, tem status atual, tem histórico de cada mudança, tem documentos anexados.

Quando alguém precisa executar um processo, abre o registro e vê a versão em vigor. Vê quem é o responsável. Sabe que está olhando para a fonte da verdade, não para uma cópia.

Processos desatualizados deixam de ser um problema silencioso. Você enxerga quando foi revisado pela última vez. O conhecimento deixa de morar só na cabeça das pessoas. Passa a morar num lugar que você consulta, questiona e melhora continuamente.

Automações que rodam sozinhas

Disparar workflows, mover registros, gerar relatórios, enviar notificações. Sem precisar de desenvolvedor. Você constrói a lógica uma vez. Ela roda para sempre.

Relatórios de verdade

Dashboards construídos a partir dos dados reais da operação. Não uma planilha que alguém precisa lembrar de atualizar. Quando o trabalho acontece, os números mudam. Ponto.

Controle de acesso que faz sentido

No Notion, controle de acesso é binário: você compartilha uma página ou não. No Fibery, define regras granulares por base de dados, por campo, por papel.

O time comercial vê o CRM. Cada vendedor acessa só suas oportunidades. O time de entrega trabalha com projetos. A liderança tem visibilidade total. Ninguém acessa mais do que precisa.

Para quem lida com dados sensíveis de clientes ou informações financeiras, isso não é um detalhe bonito. É pré-requisito operacional. É justamente aí que o Fibery deixa a maioria das ferramentas no chão.

Quadro branco dentro do contexto

A maioria das equipes usa Miro ou FigJam para pensar junto. Ferramentas excelentes. Mas o resultado fica preso lá, desconectado do resto da operação.

O Fibery tem quadro branco nativo. Você faz o brainstorming, o mapeamento, o workshop dentro do workspace. O resultado não fica solto. Um card no quadro vira uma tarefa. Um cluster de ideias vira um projeto. Sem exportar, sem copiar, sem perder o contexto de onde aquilo nasceu.

IA rodando em contexto real

Aqui está o diferencial que fica maior a cada dia: quando todas as informações (clientes, projetos, feedbacks, POPs, histórico de decisões) vivem no mesmo lugar, usar IA deixa de ser um complemento e vira a operação de verdade.

A gente criou vários agentes que interagem com o Fibery e com humanos em diferentes etapas dos processos. Conectamos o Claude diretamente com o Fibery. Conseguimos consultar, editar e criar dados do Fibery diretamente a partir do Claude. Não é uma caixa preta que gera um documento em Word. É um agente que trabalha dentro do seu workspace, atualizando informações, criando registros, consultando contexto.

Você pede para a IA gerar um plano de ação considerando tudo que sabe sobre aquele cliente. Para identificar gargalos nos processos, com base em dados reais, não em achismo. Para encontrar padrões em mil conversas e sugerir mudanças de estratégia.

Ferramentas desconectadas servem IA com migalhas. O Fibery serve contexto completo. A diferença na qualidade das respostas é brutal.

Construído para evoluir

Aqui está o argumento que mais convence quem já sofreu migrando de ferramenta: quando o seu processo muda, você estende o workspace. Adiciona uma base de dados, conecta ao que já existe, cria uma nova visão. Os dados existentes ficam intactos. Sem migração. Sem nova ferramenta para aprender.

A maioria das ferramentas te prende na estrutura delas. O Fibery não.

Tem muito mais

Rastreamento de conteúdo com status de produção e distribuição vinculado às peças. Gestão de projetos com visibilidade real entre equipes. Onboarding de clientes com etapas, responsáveis e documentação no mesmo lugar.

O Fibery não é para todo mundo. Tem uma curva de aprendizado. Você precisa pensar em como estruturar as entidades antes de sair criando coisas. Mas para quem quer uma operação que escala de verdade, com IA rodando em cima de contexto real e não de documentos soltos, é uma das melhores apostas que a gente já fez.

Se você tem interesse em implementar o Fibery na sua empresa, ou pelo menos entender se é para você, marque um diagnóstico com a gente. A gente avalia sua operação e te mostra se a ferramenta faz sentido no seu contexto.

🎬 BACKSTAGE

160 mesas para 1.500 pessoas. Por que a OLX fez isso?

O Grupo OLX inaugurou um escritório na Avenida Paulista. 1.150 m². Vista para os cartões-postais de São Paulo. Grafite exclusivo do artista Ronan nas paredes. Revestimentos que replicam o ladrilho das calçadas paulistanas.

Bonito. Mas o número que importa é outro.

São 80 posições tradicionais, cerca de 80 colaborativas e uma área de eventos para até 150 pessoas. Para 1.500 colaboradores.

Esse escritório não foi feito para as pessoas voltarem. Foi feito para fortalecer o modelo que elas já vivem. E fizemos parte da capacitação e implementação desse modelo.

A bifurcação

No início de 2022, o CEO se posicionou para toda a liderança: remote first é decisão de negócio. Não é consequência da pandemia. Não é experimento.

A partir daí, a empresa chegou numa bifurcação. Ou mantinha cultura, política e espaços como sempre foram e voltava ao presencial. Ou revisava tudo para sustentar o modelo que escolheu.

A maioria das empresas escolheu o caminho fácil. O Grupo OLX escolheu o difícil.

Cultura reconstruída do zero

Criaram o "Jeito de Ser", um framework com três pilares: Jeito de Aprender, Jeito de Trabalhar, Jeito de Liderar. Não é quadro de valores na parede. É um book com orientações práticas. Como organizar sua agenda. Quando aceitar ou recusar uma reunião. Como se comunicar de forma assíncrona.

Reduziram o All Hands com o CEO de semanal para trimestral. Menos volume, mais relevância. Quando a comunicação chega, as pessoas sabem que importa.

Dados para decidir, não intuição

Para escolher a localização do escritório, usaram inteligência de dados interna. Cruzaram o CEP de 626 colaboradores com tempos de deslocamento por transporte público. Resultado: a Avenida Paulista reduzia em 44 minutos o trajeto médio de ida e volta.

Antes de inaugurar, já estavam dizendo para os colaboradores: a gente respeita o seu tempo.

Espaço projetado para o comportamento certo

O escritório tem 80 posições tradicionais, cerca de 80 colaborativas e uma área de eventos para até 150 pessoas. Esquina de Discovery para pesquisa com usuários. Phone booths para calls individuais. Salas de reunião com câmeras de IA que enquadram cada pessoa individualmente, eliminando a assimetria entre quem está presente e quem está remoto.

Na prática, as pessoas chegam e vão direto para os espaços colaborativos. As mesas tradicionais ficam por último. O comportamento mudou porque o espaço foi desenhado para o comportamento certo.

O resultado

Top 10 do GPTW nacional na categoria jornada flexível. Modelo flexível é o atributo mais valorizado nas pesquisas internas. Notas de bem-estar e engajamento acima do benchmark de empresas tech.

Escritório como opção, não obrigação. Exatamente como deveria ser.

Aula exclusiva para membros da Officeless School

🤓 POCKET
  • Por que o Fibery pensa diferente de qualquer ferramenta que você já usou
    O fundador do Fibery explica a filosofia por trás da ferramenta: por que partem de entidades e relações, não de documentos e tabelas, e o que isso muda na prática para operações que precisam escalar.

  • The State of Remote Work 2025, Buffer
    Pesquisa anual com mais de 2.000 profissionais remotos. O que mais fazem falta, os maiores desafios, onde as empresas ainda erram e o que os dados dizem sobre quem vai continuar no modelo.

  • Você é um agente
    Um jogo que coloca você no lugar de uma IA tentando fazer trabalho real. Em 5 minutos, você entende por que os agentes ainda tropeçam. E o que precisa mudar para eles funcionarem de verdade.

✌️ SIGN OFF

Sobre o Renato

Co-fundador e COO do Officeless. Nos últimos 22 anos, fui de designer e dev a CTO a COO. Minha especialidade: pegar o caos e transformar em operação que funciona.

Trabalho remoto desde 2008. Passei de liderado a líder e hoje a mentor de equipes distribuídas.

Moro em Brasília com minha família e uma border collie imparável. Fora do trabalho: tênis, trilha, cozinha, natureza e sempre estudando algo novo.

Câmera ligada ou desligada, escritório de 160 posições ou de 1.500 pessoas. No fundo, a pergunta é sempre a mesma: sua operação foi construída para o modelo que você escolheu, ou está só sobrevivendo a ele?

Quando sentir que é o momento certo, aqui estão 4 maneiras de trabalhar com a gente:

  1. Officeless School: Metodologia, aulas e comunidade para estruturar sua operação no seu ritmo.

  2. Officeless Tribe: 6 meses de acompanhamento com diagnóstico e mentoria personalizada.

  3. Officeless Implementations: Organizamos e implementamos para você a sua infraestrutura digital.

  4. Officeless In-Company: Jornadas customizadas para a sua organização.

Até a próxima edição! ✌️💜

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